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CRM e retenção

A venda seguinte custa menos que a primeira.

A base que você já tem costuma ser o ativo mais barato e o menos usado da operação. Medimos quem compra, quem volta, quem sumiu e quanto vale cada um — e ligamos isso ao custo que foi pago para adquiri-los.

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Quando isso resolve

Três sinais de que a base está sendo desperdiçada.

A base cresce e a receita não acompanha.

Entra cliente todo mês e o faturamento fica igual. Quase sempre significa que a primeira compra está sendo paga cara e a segunda não está acontecendo.

Ninguém sabe quanto vale um cliente.

Sem valor no tempo, o custo de aquisição não tem contra o que ser comparado. A conta vira "o lead está caro?" quando deveria ser "esse cliente se paga?".

O lead entra pela mídia e some antes do CRM.

Uma parte do que foi comprado nunca vira registro comercial. O vazamento é invisível nos dois lados: a mídia acha que entregou, o comercial acha que não chegou.

Como funciona

Como a base é lida.

  1. Diagnóstico

    Quem compra, quem volta e quem sumiu.

    Retrato da base inteira: frequência, recência, valor e o intervalo real entre uma compra e a seguinte. Antes de qualquer campanha, saber com o que se está lidando.

  2. Segmentação

    Grupos que se comportam de verdade diferente.

    Por valor, por recência e pela categoria de entrada. Segmento que não muda o comportamento é rótulo, não segmento.

  3. Coorte

    Retenção por safra, não por período.

    Cada mês de entrada acompanhado ao longo do tempo. É a única forma de saber se a retenção está melhorando ou se você só teve um mês de aquisição maior.

  4. Ligação

    Valor do cliente contra o custo de adquiri-lo.

    O canal que traz o cliente mais barato nem sempre traz o cliente que volta. Quando as duas pontas se encontram, a decisão de verba muda.

As regras

O que fazemos diferente.

Recompra não se mede dentro do filtro de período.

Recortar recompra por janela curta faz a retenção despencar sem nada ter piorado — quem comprou ontem ainda não teve tempo de voltar. A leitura de retenção usa a base inteira, mesmo quando o resto do painel está filtrado.

A categoria da primeira compra prevê o retorno.

Clientes que entram por produtos diferentes voltam em ritmos muito diferentes — a distância entre a melhor e a pior porta de entrada costuma ser de várias vezes. Isso muda o que vale a pena anunciar, não só para quem.

O vazamento entre origem e CRM é medido, não estimado.

Cruzamos o que a mídia entregou com o que virou registro comercial, pessoa a pessoa. O que não casou é número, com nome de etapa — não uma suspeita levada para a reunião.

Propriedade

Dado de cliente exige cuidado, não só competência.

Trabalhamos com identificador anonimizado sempre que a análise permite, o dado fica na sua infraestrutura e o acesso é nominal. Base de cliente é o ativo mais sensível que existe numa operação — e o tratamento reflete isso.

Entregas desta frente

  • Diagnóstico da base: quem compra, quem volta e quem sumiu
  • Segmentação por valor, recência e categoria de entrada
  • Coorte de recompra e curva de retenção por safra
  • Integração com RD Station, Pipedrive e Leads2B
  • Rastreio do vazamento entre a origem do lead e o que chega ao CRM
  • Leitura de LTV contra o custo de aquisição do mesmo cliente