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Medição e tracking

Fazer o número existir antes de otimizar por ele.

Antes de otimizar por um número, o número precisa ser verdade. Implementamos e auditamos a medição inteira — e devolvemos para a plataforma de anúncio o que só o seu CRM sabe, para que ela pare de comprar volume e passe a comprar cliente.

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Quando isso resolve

Três sinais de que o número que você usa não é o que aconteceu.

A conversão dispara no clique do botão.

Não na confirmação do pedido. Isso infla o volume relatado, e a plataforma passa a otimizar para quem clica — não para quem compra. É o erro de medição mais caro e mais comum.

Boa parte do tráfego chega sem origem.

Quando a marcação quebra, uma fatia grande do tráfego vira "não definido". Todo cálculo de retorno por canal feito em cima disso é ficção com aparência de planilha.

O que fechou no CRM nunca volta para a mídia.

A plataforma sabe quem virou lead, mas não sabe quem virou cliente. Enquanto essa volta não existir, ela continua otimizando para o lead mais barato — que costuma ser o pior.

Como funciona

Como a medição é reconstruída.

  1. Inventário

    O que existe, o que dispara e o que está duplicado.

    Mapeamento das tags, dos gatilhos e das conversões ativas em cada canal. Conversão contada duas vezes é tão comum quanto conversão que não conta.

  2. Implementação

    Tag Manager e GA4 configurados por API.

    Contêiner versionado e reproduzível, não montado na mão a cada mudança. O que foi configurado fica auditável — dá para responder o que mudou, quando e por quê.

  3. Validação

    Testado no fluxo real de compra.

    Preview não é teste. Só o caminho verdadeiro — carrinho, checkout, confirmação — revela evento que dispara duas vezes, dado que chega tarde demais e conversão ancorada no gatilho errado.

  4. Devolução

    Conversão offline de volta ao canal.

    O que virou lead qualificado, proposta ou contrato no CRM volta para a plataforma como sinal. É o que faz o algoritmo mudar de alvo.

As regras

O que fazemos diferente.

Avisamos antes: o volume relatado vai cair.

Quando a conversão sai do clique e vai para a confirmação, o número que a diretoria via diminui. Não é piora, é a correção de uma inflação anterior — e isso é combinado antes de mexer, nunca explicado depois.

Otimizar por custo por lead é otimizar pela métrica errada.

Onde existe qualificação, o lead barato e o lead bom raramente são a mesma pessoa. Com a conversão offline ligada, é normal o custo por lead SUBIR enquanto o custo por lead qualificado CAI. O primeiro número não importa; o segundo é a conta.

Uma origem só, decidida por escrito.

Padrão de UTM definido, documentado e aplicado em todos os canais, com governança de quem pode criar novo valor. Origem fragmentada não se conserta no relatório — se conserta na entrada.

Propriedade

A medição é auditável, não uma caixa-preta.

Tudo o que é implementado fica documentado e reproduzível: qual evento existe, onde dispara, o que ele carrega e para qual plataforma vai. Você consegue pedir a outra pessoa que confira — e essa é a ideia.

Entregas desta frente

  • Tag Manager e GA4 implementados por API e auditados
  • Conversão testada no fluxo real de compra, não no preview
  • Tags do Google Ads, Pixel e CAPI da Meta, UET do Microsoft
  • Conversão offline: o que fechou no CRM volta para a plataforma
  • UTM padronizada e governança de origem entre canais
  • Formulário gravando o lead em base própria, além do CRM